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ATA RANGI VINEYARD

Pais Martinborough (Ilha Norte), Nova Zelândia
Site www.atarangi.co.nz

PROPRIETÁRIO
Clive Paton, Alison Paton e Phyll Pattie

ENÓLOGO
Helen Masters e Oliver Masters (consultor)

A VINÍCOLA

Ata Rangi Vineyard foi fundada em 1980.

Clive Paton fundou a Ata Rangi, em Martinborough (Ilha Norte), em 1980, com apenas 5 ha e logo chamou a atenção do mundo para o Pinot Noir da Nova Zelândia. Hoje, com 24 ha de vinhedos próprios além de outros sob contrato, ostenta uma sólida posição no mercado internacional, com uma variada gama de vinhos apreciados pela textura, intensidade e elegância. O Pinot Noir da Ata Rangi é a maior expressão da vinícola e seu carro-chefe, tendo sido reconhecido em 2010 como Tipuranga Teitei o Aotearoa ou “Grand Cru da Nova Zelândia”. São dois estilos de Pinot: o Crimson, para ser bebido jovem, e o Ata Rangi, ambos igualmente renomados. O Célèbre é um corte muito peculiar de Cabernet Sauvignon, Syrah e Merlot – “Rhône encontra Bordeaux”, como dizem os produtores. O Craighall é um dos grandes Chardonnays neozelandeses.

História

Clive Paton foi um dos pioneiros vinicultores em Martinborough, então uma instalação rural esquecida. Ele comprou seus primeiros 5 hectares de terra nua em 1980, a que chamou de “new beggining” ou “dawn sky”, cujos três atrativos eram o terraço de cascalho de 20 m de profundidade com ótima drenagem, o menor índice de chuvas da Ilha Norte e a proximidade com a capital Wellington, que fica a apenas uma hora de carro de distância.
Clive, que já havia trabalhado na área, conhecia bem aquela terra. Escolheu principalmente variedades tintas - Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah - e se pôs a perseguir vinhos de classe mundial. O potencial da Pinot Noir brilhou desde o início, e os primeiros vinhos encantaram pela textura e pela expressão pura de fruta dessa variedade. Os primeiros anos foram duros, mas os vinicultores pioneiros persistiram, trocando equipamentos e experiências. Clive cultivou alho e abóboras entre as videiras, vendendo-os no mercado em Wellington. Com o tempo, os esforços foram recompensados: Ata Rangi ganhou por três vezes como o melhor Pinot Noir na International Wine and Spirit Competition em Londres. Expandindo as atividades, Alison, irmã de Clive, comprou 2 hectares ao lado do bloco original e se juntou à empresa, cuidando hoje de administração e finanças. Phyll Pattie, originalmente vinicultora, casou-se com Clive em 1987 e assumiu a gerência de exportações.

Vinhedos

Ata Rangi explora 48 hectares de vinhedos, em diversas parcelas próximas à sede da vinícola, incluindo alguns blocos alugados e contratados. Os locais são bastante similares: uma camada rasa de argila sobre uma camada profunda de cascalho aluvial de grande drenagem. As chuvas são poucas, em média 700 mm por ano. Um esforço importante é feito para se obter plantas equilibradas, produzindo cachos maduros de qualidade: o desfolhamento manual no verão garante copas abertas ao sol, o rendimento é baixo - 3 toneladas por hectare - devido aos ventos frios da primavera que afetam os frutos e também aos solos pobres e pedregosos, de baixa fertilidade. Toda a colheita é manual e a maioria dos vinhedos tem mais de 30 anos de idade. Também são trabalhadas as condições sustentáveis dos solos. Os principais clones de Pinot Noir são Abel (que segundo conta-se foi trazido ilegalmente da França ao final dos anos 1970), seleção de Dijon (667, 777, 114 and 115), Pomard (também conhecido como Clone 5) e uma pequena quantidade de 10/5. A maioria das plantas está montada em enxertos - tipicamente 3309 ou 101/14. Os vinhedos são monitorados para detecção e substituição das plantas danificadas, não enxertadas ou inadequadas, repostas com seleções de alta qualidade. Uma nova planta leva 4 anos para iniciar a produção e por volta de 6 anos para atingir a produtividade plena, dependendo do sistema de condução utilizado.

Produção

A área de produção da vinícola está isolada por uma lage de concreto, capaz de receber 300 toneladas de uvas. Desengaçadora e prensa de última geração são usadas para trabalhar as uvas colhidas à mão. Durante a fermentação os vinhos tintos são revolvidos manualmente para abaixamento do chapéu de cascas e sólidos em tanques fechados.
A fermentação malolática é feita nas barricas.


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