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01-abr-17  MERCADO

Novidades do Dão

A PREMIUM acaba de incorporar ao seu portfólio os vinhos Casa da Passarella, que vem se juntar às linhas Somontes e Villa Oliveira, da mesma vinícola.

PortugalDouro

Vista típica da região, com encostas íngremes cultivadas ao longo do rio Douro

Vista típica da região, com encostas íngremes cultivadas ao longo do rio Douro

A Região

Esta região, patrimônio da humanidade, produzindo vinhos desde tempos imemoriais, e demarcada em 1756 por decretos do Marquês de Pombal, é árida, quente no verão, tem solos pedregosos e pobres, em encostas quase verticais, e não produziria economicamente outra coisa senão o vinho, exigindo determinação e persistência para se produzir vinhos sob estas condições duríssimas. A partir de meados do século 18 o vinho fortificado e doce Porto consolidou seu prestígio e se converteu em um dos clássicos mundiais. Mas nas últimas décadas, a crescente produção de brancos e principalmente a de tintos de mesa de alta qualidade (denominação Douro, cerca de 50% da produção total) mostraram que esta região é muito mais que Porto. Alguns brancos e diversos tintos estão entre os mais impressionantes do país, possuindo pureza, riqueza e intensidade que somente castas nobres oriundas de um terroir privilegiado podem oferecer.

Nossos Produtores no Douro

Apegadas - Quinta Velha

Vinhas da Ciderma

Mapa do Douro

Mapa do Douro

Um dos marcos de demarcação de 1756 da Feitoria do Douro,

Um dos marcos de demarcação de 1756 da Feitoria do Douro,

História

A história do vinhedo do Alto Douro é muito antiga. Não faltam descobertas arqueológicas e referências documentais a testemunhar a persistência cultural do empenho vitivinícola de outras eras. Recuam pelo menos aos séculos III-IV os vestígios de lagares e vasilhame vinário, um pouco por toda a região duriense.

Porém, a designação de vinho do Porto surge apenas na segunda metade do séc. XVII, numa época de expansão da viticultura duriense e de crescimento rápido da exportação de vinhos.

No último terço do séc. XVII, em tempo de rivalidades entre os impérios marítimos do Norte, flamengos e ingleses aumentam a procura dos vinhos ibéricos, em detrimento dos de Bordéus e de outras regiões francesas. A Inglaterra importa crescentes quantidades de Porto.

A partir de meados do séc. XVIII, as exportações estagnam, os preços caem e os ingleses decidem não comprar vinhos, acusando os lavradores de promover adulterações.

Esta crise comercial conduzirá, por pressão dos interesses dos grandes vinhateiros durienses junto ao governo do futuro Marquês de Pombal, à instituição da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 10 de Setembro de 1756. Com ela busca-se assegurar a qualidade do produto, evitando adulterações, equilibrar a produção e o comércio e estabilizar os preços.

Procede-se à primeira “demarcação das serras”. A região produtora é bordada por 335 marcos de pedra com a designação de Feitoria, designação que referendava o vinho da melhor qualidade, único que podia exportar-se para Inglaterra, vulgarmente conhecido por vinho fino.

Site

Site www.ivdp.pt

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